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Salário mínimo de 2011 X PIB negativo
  Enviado em Sun 18 Apr 2010 por sindser (227 leituras)
Escrito por Isaías Dalle   
16/04/2010
CUT vai pressionar governo para garantir aumento real para o mínimo
A CUT vai procurar o governo federal para garantir que no ano que vem o salário mínimo tenha aumento real, ou seja, acima da inflação. O aumento real não deve acontecer se for levado em consideração apenas o acordo firmado entre as centrais e o governo, que deu origem à política permanente de valorização do salário mínimo. O acordo prevê reajustes baseados na soma entre a inflação do ano anterior e a variação do PIB de dois anos anteriores. Como em 2009 o PIB decresceu (-0,2%), haveria no ano que vem apenas reposição da inflação para o salário mínimo.


    "Vamos pressionar para que o governo, junto com a gente, encontre uma forma de garantir aumento real em 2011. Isso vai se dar de forma excepcional. Achamos que o acordo deve ser mantido, porque é um bom acordo. Não podemos esquecer que a previsão para 2010 é que o PIB deve atingir de 6% a 7% de crescimento, e claro que vamos querer esse resultado no salário mínimo de 2012", explica o presidente da CUT, Artur Henrique.  "Mas, agora, precisamos pensar numa alternativa", completa.


    Para Artur, a crise econômica internacional, que afetou o desempenho do PIB no ano passado, não foi obra dos trabalhadores e, portanto, não se pode punir os assalariados. "Além disso, já estamos em outro momento, o Brasil está crescendo e já dava sinais consistentes disso no final do ano passado. Há espaço para aumento real do mínimo", avalia o dirigente.
    Escrito por Isaías Dalle   
    16/04/2010
    CUT vai pressionar governo para garantir aumento real para o mínimo
    A CUT vai procurar o governo federal para garantir que no ano que vem o salário mínimo tenha aumento real, ou seja, acima da inflação. O aumento real não deve acontecer se for levado em consideração apenas o acordo firmado entre as centrais e o governo, que deu origem à política permanente de valorização do salário mínimo. O acordo prevê reajustes baseados na soma entre a inflação do ano anterior e a variação do PIB de dois anos anteriores. Como em 2009 o PIB decresceu (-0,2%), haveria no ano que vem apenas reposição da inflação para o salário mínimo.


      "Vamos pressionar para que o governo, junto com a gente, encontre uma forma de garantir aumento real em 2011. Isso vai se dar de forma excepcional. Achamos que o acordo deve ser mantido, porque é um bom acordo. Não podemos esquecer que a previsão para 2010 é que o PIB deve atingir de 6% a 7% de crescimento, e claro que vamos querer esse resultado no salário mínimo de 2012", explica o presidente da CUT, Artur Henrique.  "Mas, agora, precisamos pensar numa alternativa", completa.


      Para Artur, a crise econômica internacional, que afetou o desempenho do PIB no ano passado, não foi obra dos trabalhadores e, portanto, não se pode punir os assalariados. "Além disso, já estamos em outro momento, o Brasil está crescendo e já dava sinais consistentes disso no final do ano passado. Há espaço para aumento real do mínimo", avalia o dirigente.

      Escrito por Isaías Dalle    

       

      CUT vai pressionar governo para garantir aumento real para o mínimo

      A CUT vai procurar o governo federal para garantir que no ano que vem o salário mínimo tenha aumento real, ou seja, acima da inflação. O aumento real não deve acontecer se for levado em consideração apenas o acordo firmado entre as centrais e o governo, que deu origem à política permanente de valorização do salário mínimo. O acordo prevê reajustes baseados na soma entre a inflação do ano anterior e a variação do PIB de dois anos anteriores. Como em 2009 o PIB decresceu (-0,2%), haveria no ano que vem apenas reposição da inflação para o salário mínimo.

       

       Artur defende medida pontual (Parizotti)"Vamos pressionar para que o governo, junto com a gente, encontre uma forma de garantir aumento real em 2011. Isso vai se dar de forma excepcional. Achamos que o acordo deve ser mantido, porque é um bom acordo. Não podemos esquecer que a previsão para 2010 é que o PIB deve atingir de 6% a 7% de crescimento, e claro que vamos querer esse resultado no salário mínimo de 2012", explica o presidente da CUT, Artur Henrique.  "Mas, agora, precisamos pensar numa alternativa", completa.

       

      Para Artur, a crise econômica internacional, que afetou o desempenho do PIB no ano passado, não foi obra dos trabalhadores e, portanto, não se pode punir os assalariados. "Além disso, já estamos em outro momento, o Brasil está crescendo e já dava sinais consistentes disso no final do ano passado. Há espaço para aumento real do mínimo", avalia o dirigente.

       

      Fonte: CUT

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