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    Home»Notícias e Artigos»Noticias»Servidores fazem ato unificado e vão denunciar Rollemberg na Justiça
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    Servidores fazem ato unificado e vão denunciar Rollemberg na Justiça

    out 19, 2015Updated:set 5, 2021
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    Indignados com a postura adotada pelo governo local desde o início do mandato, milhares de servidores públicos do Distrito Federal marcharam pela Esplanada dos Ministérios na manhã desta sexta-feira (16). Reunidas, as 32 categorias do funcionalismo distrital decidiram denunciar na Justiça os calotes de Rollemberg. A ação será realizada no dia 22, quinta-feira, às 14h, no Tribunal de Justiça do DF e Territórios. Em seguida, os servidores protocolarão denúncia na Câmara Legislativa.

    Durante o ato unificado desta sexta (16), os servidores também agendaram atividades para os próximos dias e decidiram fortalecer o movimento paredista, com a intensificação das assembleias de base nas categorias que ainda não estão paralisadas e com o fortalecimento dos setores que já deflagraram greve.

    Aos gritos de “Calote não” e “Rollemberg, respeite o servidor”, os trabalhadores demonstraram unidade e disposição para o enfrentamento durante o ato unificado na Esplanada. Reunidos por meio do Fórum em Defesa do Serviço Público, coordenado pela CUT Brasília, os servidores e as mais diversas lideranças sindicais que os representam expuseram faixas, cartazes e se revezaram em falas políticas em um carro de som que acompanhou todo o trajeto. Saindo da Catedral, os servidores caminharam por toda a Esplanada, passaram pelo Congresso Nacional e depois retornaram ao ponto inicial, passando em frente a todos os Ministérios.

    “Antes de tudo, eu gostaria de parabenizar todas e todos os servidores que estão presentes aqui hoje. Parabéns pela coragem de cada uma e de cada um que não se acovardou com as ameaças desse governo”, afirmou a dirigente da CUT e do Sinpro-DF (Sindicato dos Professores do DF), Rosilene Corrêa.

    “Estamos mostrando para o País inteiro a nossa indignação contra todas as medidas que retiram direitos da classe trabalhadora e que não admitiremos nenhum retrocesso. Somos nós, servidores públicos, que sustentamos essa cidade, companheiros!”, discursou Rosilene Corrêa.
    A sindicalista usou o momento de fala para lembrar de outras categorias que também estão em luta contra as medidas antitrabalhistas do GDF, como os terceirizados, que estão em greve por falta de pagamento dos salários e benefícios.

    “Nesse momento, dirigentes sindicais cutistas de todo País estão reunidos em Congresso (Congresso Nacional da CUT) para traçar novas formas de organização e mobilização sindical neste ano de intensos ataques aos direitos trabalhistas em todo o Brasil. De cabeça erguida, enfrentaremos este e todos os governos que ameacem retirar qualquer avanço e conquista que a classe trabalhadora garantiu duramente ao longo da história. Com muita unidade, venceremos essa luta, pois somos todos trabalhadores, e mexeu com um, mexeu com todos”, finalizou a dirigente Rosilene Corrêa.

    Indignação generalizada
    As 32 categorias do funcionalismo local protestam contra o atraso do pagamento dos reajustes salariais acordados em 2013 e definidos em lei distrital, além do não pagamento de benefícios como hora-extra, pecúnia da aposentadoria, reajuste no auxílio alimentação, entre outros.

    “Todos nós que confiamos no voto e elegemos Rollemberg estamos amargamente arrependidos. É um absurdo enorme que o governador tenha ameaçado cortar o ponto dos servidores da Saúde que estão em greve”, afirmou a dentista Rachel Almeida, filiada ao Sindicato dos Odontólogos do DF.

    “O movimento paredista é legítimo, é a maior arma da classe trabalhadora, e nós seguimos todos os passos para garantir a legalidade, avisamos com antecedência e mantivemos a porcentagem exigida por Lei dos serviços essenciais funcionando. Esse governador envergonha o DF, os trabalhadores e a luta sindical”, afirma a dentista Andreia Amaral.

    Além do calote nos pagamentos, o governador decidiu usar o dinheiro do Iprev (Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Distrito Federal), que pertence ao funcionalismo, para pagar as dívidas salariais obtidas com os servidores, sem consultar os representantes da categoria e dar chance para que as propostas fossem contempladas nas assembleias de base. O projeto de lei do Executivo que materializa a decisão, duramente repudiado pelo conjunto do funcionalismo, foi aprovado a toque de caixa pela Câmara Legislativa do DF.

    Rodrigo Rollemberg também vinculou o pagamento da dívida com os servidores à aprovação do pacote de medidas de ajuste fiscal anunciado pelo GDF no início deste ano. No pacote estão o aumento da tarifa de transporte coletivo, do IPTU, do IPVA, da taxa de limpeza urbana, entre outros pontos.

    “O impacto dos calotes de Rollemberg atinge cerca de 800 mil pessoas no DF, entre servidores públicos e familiares, sem contar as outras ações que prejudicam toda a população de Brasília. Esse modelo de governo neoliberal, que privatiza, aumenta o desemprego e a miséria não combina nenhum pouco com a atividade docente realizada por nós educadores, que sonhamos e trabalhamos para a construção de uma sociedade melhor, mais justa e igualitária”, afirma o professor da rede pública Henrique Torres.

    Greve geral
    Diversos setores do funcionalismo público local já paralisaram suas atividades em virtude das ações arbitrárias e irresponsáveis do GDF. Professores, agentes penitenciários, agentes socioeducativos, servidores da Secretaria de Agricultura, do DER e todos os setores da Saúde pública já estão com os braços cruzados à espera de uma resposta do governo.

    Em respeito à Lei que obriga as entidades sindicais a avisarem sobre o movimento paredista com antecedência de 72 horas, as greves foram deflagradas em diferentes datas ao longo da semana.

    Em assembleia realizada na última quinta-feira (15), os trabalhadores do DFTrans aprovaram indicativo de greve e se reúnem novamente na próxima segunda-feira (19) para deliberar se vão aderir ou não ao movimento.

    Na terça-feira (20), é a vez dos trabalhadores do SLU (Serviço de Limpeza Urbana) se reunirem para deliberar sobre a participação da categoria no movimento paredista. Já no dia 26, quem realiza assembleia com indicativo de greve são os servidores da Terracap.

    Fonte: CUT Brasília https://credit-n.ru/business-kredit.html https://credit-n.ru/kredit/kredit-renessansbank.html https://credit-n.ru/offers-zaim/vivus/index.html

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