Close Menu
    Últimas

    Câmara do DF aprova socorro bilionário ao BRB para cobrir rombo do Master

    mar 3, 2026

    BRB esvaziou próprio capital com “distribuição agressiva” de lucros em 2025, diz área técnica da CLDF

    mar 2, 2026

    Essa conta não é nossa: socorro ao BRB é mais um projeto de especulação imobiliária do governo Ibaneis

    fev 27, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Sindser – Sindicato dos Servidores e Empregados da Administração Direta, Fundacional, das Autarquias, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista do Distrito FederalSindser – Sindicato dos Servidores e Empregados da Administração Direta, Fundacional, das Autarquias, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista do Distrito Federal
    • O SINDSER
      • Nossa História
      • Diretoria do SINDSER
      • Jurídico
      • Fale Conosco
    • Notícias e Artigos
      • Notícias
      • Destaque
      • Deu na Imprensa
      • Mundo do Trabalho
      • O que rola na web
    • Convênios
    • Informativos
    • Mídias
      • Galeria de Fotos
      • Galeria de Vídeos
    • Institucional
      • Categoria
      • Delegado Sindical
      • Filiação
      • Assédio Moral
      • Jurídico
    • FILIE-SE AO SINDSER
    • Contato
    Sindser – Sindicato dos Servidores e Empregados da Administração Direta, Fundacional, das Autarquias, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista do Distrito FederalSindser – Sindicato dos Servidores e Empregados da Administração Direta, Fundacional, das Autarquias, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista do Distrito Federal
    Home»Notícias e Artigos»Noticias»Governo federal proíbe recomposição do Iprev-DF com ações do BRB
    Noticias

    Governo federal proíbe recomposição do Iprev-DF com ações do BRB

    ago 4, 2017Updated:set 5, 2021
    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp Copy Link

    A Secretaria de Previdência considerou a operação prejudicial ao fundo e negou o certificado de regularidade ao GDF, que recorreu ao STF

     A recomposição de recursos do Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev) com ações do Banco de Brasília (BRB) foi questionada pela Secretaria de Previdência do governo federal. A pasta alega que a operação não é benéfica para o Iprev, uma vez que o mercado de ações é marcado pela volatilidade, e negou a transação. Indeferiu, inclusive, a emissão do Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP) para o GDF. Esse documento atesta que um ente federativo segue normas de boa gestão a fim de garantir o pagamento dos segurados.Sem ele, o instituto ficaria impossibilitado de realizar diversas operações, como celebrar acordos, contratos ou convênios. Para contornar os problemas e conseguir o CRP, o governo ajuizou uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF). Conseguiu liminar para a expedição do documento, mas não garantiu a recomposição do dinheiro. O caso ainda será analisado de maneira definitiva na Corte. Até lá, os servidores públicos do Distrito Federal veem, mais uma vez, o instituto responsável por pagar as futuras aposentadorias mergulhado em incertezas.

    O problema atual se refere à última retirada que o GDF fez da reserva. Em dezembro passado, o governo conseguiu aprovar a lei que autorizou a utilização de R$ 493,5 milhões do Iprev. O dinheiro foi usado para pagar salários do funcionalismo, pois o Palácio do Buriti alegava não ter recursos para os servidores.

    Como o funcionalismo público do DF tem dois fundos, foi retirado parte do superávit de um deles. Funciona assim: existe a reserva Financeira, composta pelos servidores que entraram no GDF até dezembro de 2006, que hoje tem um deficit de R$ 2,2 bilhões. A outra, chamada de Fundo Capitalizado, é formada pelos funcionários que tomaram posse a partir de janeiro de 2007. Esta tem superávit de R$ 658 milhões. Hoje, 130 mil servidores estão vinculados ao Iprev: 100 mil na Financeira e 30 mil na reserva Capitalizada.

    O GDF transferiu o dinheiro do fundo com saldo positivo para o que tem deficit. Assim, “economizou” no pagamento dos servidores da ativa. A promessa era repor o que foi retirado com as ações do BRB, mas a Secretaria de Previdência não achou a medida benéfica para a saúde do Iprev e questionou o ato.

    Servidores receosos
    A maneira de recompor os ativos foi criticada desde que o projeto chegou à Câmara Legislativa. Os servidores temiam, ainda em 2016, uma desvalorização das ações do BRB e um possível prejuízo para a aposentadoria das categorias.

    Representantes do funcionalismo começaram a pressionar os distritais. O presidente do Sindicato dos Agentes de Atividades Penitenciárias (Sindpen), Leandro Allan, chegou a peregrinar pelos gabinetes dos deputados para pedir a rejeição da Lei Complementar nº 920/2016. Não deu certo. “Do jeito que a economia está, não temos previsão de como as ações vão flutuar. Não existe segurança alguma nessa transação”, reclama o sindicalista.

    À espera da venda de imóveis
    Segundo Leandro Allan, é preciso resolver a situação o mais rapidamente possível. Especialmente porque o GDF sequer conseguiu recompor o Iprev desde a primeira retirada de recursos do fundo, em 2015, também para pagar salários de servidores. Na ocasião, a promessa foi vender terrenos da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). Mas o GDF não conseguiu vender os imóveis até hoje.

    “Como esperar a recomposição do Iprev com a venda de ações se o GDF ainda não conseguiu sequer comercializar imóveis da Terracap para devolver o dinheiro retirado em 2015?”, questiona o sindicalista.

    Há dois anos, os deputados distritais aprovaram a Lei Complementar nº 899/2015, que autorizou a transferência de cerca de R$ 1,2 bilhão para o Fundo Financeiro, o que correspondia a 75% do valor do superávit de 2014.

    Procurado pela reportagem, o Iprev ressaltou que, nos dois casos de transferência, os créditos já estão lançados na contabilidade do instituto. No entanto, falta a inclusão dos ativos ao órgão. “O Iprev-DF está acompanhando os desdobramentos para a conclusão da definitiva incorporação dos imóveis e ações no patrimônio dos fundos previdenciários”, afirmou, por meio de nota.

     

    Fonte: Metrópoles https://credit-n.ru/contact.html https://credit-n.ru/order/zaim-konga.html https://credit-n.ru/offers-zaim/vivus/index.html

    payday loans are short-term loans for small amounts of money https://zp-pdl.com payday loans online
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Reddit Tumblr Email

    Relacionados

    Câmara do DF aprova socorro bilionário ao BRB para cobrir rombo do Master

    mar 3, 2026

    BRB esvaziou próprio capital com “distribuição agressiva” de lucros em 2025, diz área técnica da CLDF

    mar 2, 2026

    Essa conta não é nossa: socorro ao BRB é mais um projeto de especulação imobiliária do governo Ibaneis

    fev 27, 2026
    SINDSER - Sindicato dos Servidores e Empregados da Administração Direta, Fundacional, das Autarquias, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista do Distrito Federal
    FILIE-SE AO SINDSER
    Veja também
    Noticias
    Noticias

    Câmara do DF aprova socorro bilionário ao BRB para cobrir rombo do Master

    mar 3, 2026

    A Câmara Legislativa do Distrito Federal autorizou o governo a usar imóveis públicos para cobrir…

    BRB esvaziou próprio capital com “distribuição agressiva” de lucros em 2025, diz área técnica da CLDF

    mar 2, 2026

    Essa conta não é nossa: socorro ao BRB é mais um projeto de especulação imobiliária do governo Ibaneis

    fev 27, 2026

    ATENÇÃO, EMPREGADOS E EMPREGADAS DA NOVACAP!

    fev 27, 2026
    Setor de Diversões Sul (Conic) - Ed. Venâncio V, Loja 20, Brasília / DF, CEP 70.282-904
    Sobre
    Sobre

    A história de combatividade do SINDSER começou a ser construída quando os trabalhadores do Governo do Distrito Federal (GDF) resolveram dar um basta na exploração, nas péssimas condições de trabalho e nos salários miseráveis que recebiam.

    Veja Mais

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    WhatsApp