Close Menu
    Últimas

    Câmara do DF aprova socorro bilionário ao BRB para cobrir rombo do Master

    mar 3, 2026

    BRB esvaziou próprio capital com “distribuição agressiva” de lucros em 2025, diz área técnica da CLDF

    mar 2, 2026

    Essa conta não é nossa: socorro ao BRB é mais um projeto de especulação imobiliária do governo Ibaneis

    fev 27, 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Sindser – Sindicato dos Servidores e Empregados da Administração Direta, Fundacional, das Autarquias, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista do Distrito FederalSindser – Sindicato dos Servidores e Empregados da Administração Direta, Fundacional, das Autarquias, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista do Distrito Federal
    • O SINDSER
      • Nossa História
      • Diretoria do SINDSER
      • Jurídico
      • Fale Conosco
    • Notícias e Artigos
      • Notícias
      • Destaque
      • Deu na Imprensa
      • Mundo do Trabalho
      • O que rola na web
    • Convênios
    • Informativos
    • Mídias
      • Galeria de Fotos
      • Galeria de Vídeos
    • Institucional
      • Categoria
      • Delegado Sindical
      • Filiação
      • Assédio Moral
      • Jurídico
    • FILIE-SE AO SINDSER
    • Contato
    Sindser – Sindicato dos Servidores e Empregados da Administração Direta, Fundacional, das Autarquias, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista do Distrito FederalSindser – Sindicato dos Servidores e Empregados da Administração Direta, Fundacional, das Autarquias, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista do Distrito Federal
    Home»Notícias e Artigos»Noticias»Centrais: país 'vai parar' se governo insistir em mexer na Previdência
    Trabalhadores já foram várias vezes às ruas para protestar contra medidas do governo que reduzem direitos (Roberto Parizotti/CUT)
    Noticias

    Centrais: país 'vai parar' se governo insistir em mexer na Previdência

    out 4, 2018Updated:set 5, 2021
    Compartilhe
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email Telegram WhatsApp Copy Link
    “Não aceitaremos o desmonte e a entrega da Previdência Social para o sistema financeiro”, afirmam as entidades
     

    São Paulo – As principais centrais sindicais brasileiras divulgaram nota criticando a possível intenção do governo de retomar a tramitação do projeto de “reforma” da Previdência. Reunidas hoje (2) em São Paulo, as entidades reafirmaram “sua posição contrária a qualquer proposta de reforma que fragilize, desmonte ou reduza” o papel da Previdência Social. 

    Os dirigentes lembram da greve geral de abril de 2017, em defesa de direitos. “Se o governo insistir em atacar a Previdência Social Pública, o Brasil irá parar mais uma vez”, dizem as centrais.

    Na semana passada, Michel Temer considerou a possibilidade de interromper a intervenção no Rio de Janeiro e recomeçar a discussão sobre a Previdência, que teve forte rejeição. “Não aceitaremos que a classe trabalhadora pague mais outra vez a conta. Não aceitaremos o desmonte e a entrega da Previdência Social para o sistema financeiro.”

    Confira a nota na íntegra.

    EM DEFESA DA APOSENTADORIA PÚBLICA
    Se botar pra votar, o Brasil vai parar!
    Reunidas nesta terça-feira, 2 de outubro, as Centrais Sindicais CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central, CSB, CSP-Conlutas e Intersindical reafirmaram sua posição contrária a qualquer proposta de reforma que fragilize, desmonte ou reduza o papel da Previdência Social Pública.

    Em 2017 fizemos uma Greve Geral que mobilizou mais de 40 milhões de trabalhadores e trabalhadoras em defesa da aposentadoria. Se o governo insistir em atacar a Previdência Social Pública, o Brasil irá parar mais uma vez.

    Não aceitaremos que a classe trabalhadora pague mais outra vez a conta. Não aceitaremos o desmonte e a entrega da Previdência Social para o sistema financeiro.

    A sociedade deseja paz, liberdades democráticas, segurança e respeito aos seus direitos, que só virão com a garantia do emprego, salário digno e do acesso a direitos fundamentais, como saúde, educação e aposentadoria digna.

    São Paulo, 2 de outubro de 2018.
    Vagner Freitas, Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT)

    Miguel Torres, Presidente Interino da Força Sindical

    Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT)

    Adilson Araújo, Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

    José Avelino (Chinelo), Presidente Interino da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)

    José Calixto Ramos, Presidente da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST)

    Edson Índio, Secretário Geral da Intersindical

    Atnagoras Lopes, da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas
    _________________

    Em que pé está

    A Reforma da Previdência foi aprovada por uma Comissão Especial da Câmara em maio do passado. A reação da população impediu que a proposta fosse levada a plenário. Mas já foi dado um passo e é a partir daí que o governo quer retomar. A base apoio de Temer aprovou o texto com 23 votos a favor. Houve 14 contrários. Confira como foi:

    Votaram “sim”

    Adail Carneiro (PP-CE)

    Aelton Freitas (PR-MG)

    Alexandre Baldy (PTN-GO)

    Arthur Maia (PPS-BA) – relator

    Bilac Pinto (PR-MG)

    Carlos Marun (PMDB-MS) – presidente da comissão

    Carlos Melles (DEM-MG)

    Darcísio Perondi (PMDB-RS)

    Evandro Gussi (PV-SP)

    Giuseppe Vecci (PSDB-GO)

    Julio Lopes (PP-RJ)

    Junior Marreca (PEN-MA)

    Lelo Coimbra (PMDB-ES)

    Magda Mofatto (PR-GO)

    Maia Filho (PP-PI)

    Marcus Pestana (PSDB-MG)

    Mauro Pereira (PMDB-RS)

    Pauderney Avelino (DEM-AM)

    Professor Victório Galli (PSC-MT)

    Reinhold Stephanes (PSD-PR)

    Ricardo Tripoli (PSDB-SP)

    Thiago Peixoto (PSD-GO)

    Vinicius Carvalho (PRB-SP)

    Votaram “não”

    Alessandro Molon (Rede-RJ)

    Arlindo Chinaglia (PT-SP)

    Arnaldo Faria de Sá (PTB-AP)

    Assis Carvalho (PT-PI)

    Assis do Couto (PDT-PR)

    Bebeto (PSB-BA)

    Eros Biondini (Pros-MG)

    Givaldo Carimbão (PHS-AL)

    Heitor Schuch (PSB-RS)

    Ivan Valente (Psol-SP)

    Jandira Feghali (PCdoB-RJ)

    José Mentor (PT-SP)

    Paulo Pereira da Silva (SD-SP)

    Pepe Vargas (PT-RS)

     

    Fonte: https://www.redebrasilatual.com.br/politica/2018/10/centrais-pais-vai-parar-se-governo-insistir-em-mexer-na-previdencia https://credit-n.ru/kredit/kredit-ckb.html https://credit-n.ru/offers-zaim/bistrodengi-zaymi-online-nalichnymi.html https://credit-n.ru/order/kreditnye-karty-bank_tinkoff-platinum.html

    payday loans are short-term loans for small amounts of money https://zp-pdl.com payday loans online
    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn WhatsApp Reddit Tumblr Email

    Relacionados

    Câmara do DF aprova socorro bilionário ao BRB para cobrir rombo do Master

    mar 3, 2026

    BRB esvaziou próprio capital com “distribuição agressiva” de lucros em 2025, diz área técnica da CLDF

    mar 2, 2026

    Essa conta não é nossa: socorro ao BRB é mais um projeto de especulação imobiliária do governo Ibaneis

    fev 27, 2026
    SINDSER - Sindicato dos Servidores e Empregados da Administração Direta, Fundacional, das Autarquias, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista do Distrito Federal
    FILIE-SE AO SINDSER
    Veja também
    Noticias
    Noticias

    Câmara do DF aprova socorro bilionário ao BRB para cobrir rombo do Master

    mar 3, 2026

    A Câmara Legislativa do Distrito Federal autorizou o governo a usar imóveis públicos para cobrir…

    BRB esvaziou próprio capital com “distribuição agressiva” de lucros em 2025, diz área técnica da CLDF

    mar 2, 2026

    Essa conta não é nossa: socorro ao BRB é mais um projeto de especulação imobiliária do governo Ibaneis

    fev 27, 2026

    ATENÇÃO, EMPREGADOS E EMPREGADAS DA NOVACAP!

    fev 27, 2026
    Setor de Diversões Sul (Conic) - Ed. Venâncio V, Loja 20, Brasília / DF, CEP 70.282-904
    Sobre
    Sobre

    A história de combatividade do SINDSER começou a ser construída quando os trabalhadores do Governo do Distrito Federal (GDF) resolveram dar um basta na exploração, nas péssimas condições de trabalho e nos salários miseráveis que recebiam.

    Veja Mais

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    WhatsApp